Una lectura sobre trabajo y la teoría crítica
DOI:
https://doi.org/10.1590/18070337-132327Palabras clave:
trabajo, teoría crítica, reificación, economía gig, nuevo estado de bienestarResumen
Este artículo reconstruye el desarrollo del trabajo como categoría conceptual en la tradición intelectual que se autodenomina teoría crítica de la sociedad, en sus transformaciones a lo largo del siglo XX e inicio del siglo XXI. El texto mostrará un movimiento pendular: partiendo de una formulación teórica en los inicios de la Escuela de Frankfurt, se pasa a una concepción puramente empírica en la sociología del trabajo en los años 80, asociada al diagnóstico del “fin de la sociedad del trabajo”, diagnóstico que hoy es cuestionable a la luz de las nuevas relaciones laborales de la economía Gig. Con eso, se llega hoy a un contexto en el que el trabajo puede volver a ocupar un lugar central para la teoría crítica, posibilitando quizás un nuevo proyecto político. Este artículo reconstruye este movimiento, mostrando cómo la centralidad de la categoría trabajo ha oscilado a lo largo del tiempo, de acuerdo con las transformaciones estructurales del capitalismo mundial.
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