Inteligência artificial na EJA: “ou você aprende ou fica para trás”

Autores

  • Rute Vera Maria Favero UFRGS
  • Júlia Dal Castel Piva UFRGS
  • Raíssa Gabriella Wasem Cardoso UFRGS

DOI:

https://doi.org/10.22456/1679-1916.149239

Palavras-chave:

Inteligência Artificial, EJA, Cultura Digital, BNCC

Resumo

Este estudo examina como estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) do Colégio de Aplicação da UFRGS (CAp-UFRGS) percebem a Inteligência Artificial (IA) e quais condições escolares favorecem ou limitam seu uso pedagógico. Combinaram-se questionário on-line, que foi respondido por 45% dos 88 dos matriculados, e observação participante nas aulas de Cultura Digital. Os resultados mostram que 72,5 % já utilizam ferramentas baseadas em IA, sobretudo o ChatGPT, e 95% consideram útil aprender sobre o tema na escola. Quanto ao apoio institucional, 72,5% afirmam receber algum incentivo docente, mas relatam barreiras como acesso restrito a computadores, dependência de smartphones simples e desconhecimento de alguns professores. As conclusões apontam que formação continuada dos docentes, investimento em infraestrutura e discussão ética são decisivos para transformar a curiosidade dos alunos em aprendizagem efetiva, consolidando a IA como instrumento de inclusão, qualificação profissional e emancipação no contexto da EJA.

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Publicado

08/06/2025

Como Citar

FAVERO, Rute Vera Maria; PIVA, Júlia Dal Castel; CARDOSO, Raíssa Gabriella Wasem. Inteligência artificial na EJA: “ou você aprende ou fica para trás”. RENOTE, Porto Alegre, v. 23, n. 1, p. 310–321, 2025. DOI: 10.22456/1679-1916.149239. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/renote/article/view/149239. Acesso em: 30 set. 2026.

Edição

Seção

Inteligência Artificial na Educação