Sigilo da identidade da mãe biológica e o direito à origem do filho

uma análise sobre o procedimento de entrega legal para a adoção

Autores

  • Marina Carneiro Matos Sillmann
  • Marcelo de Mello Vieira

DOI:

https://doi.org/10.22456/2317-8558.146738

Resumo

O procedimento de entrega legal do filho para a adoção pode representar uma exceção à ordem de efetivação do Direito à Convivência Familiar, já que, ao reconhecer o direito ao sigilo materno, impede o acesso do adotivo ao genitor e à família ampliada. Outro problema decorrente do sigilo é a violação do direito à origem, já que o adotivo teria acesso apenas aos dados maternos. Assim, para verificar se o sigilo materno viola o direito à origem do filho, o presente trabalho analisou a adoção como forma de efetivação do Direito à Convivência Familiar, examinando o procedimento de entrega legal para adoção e o direito à origem como aspectos do direito à identidade de crianças e adolescentes. Para isso, empregou-se o método de abordagem dedutivo.

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Biografia do Autor

Marina Carneiro Matos Sillmann

Mestre em Direito Privado pela PucMinas. Membro do Instituto Brasileiro do Direito da Criança e do Adolescente (IBDCria). Assessora de Promotor de Justiça - MPES

Marcelo de Mello Vieira

Tem pós-doutorado em Direito pela UFSC. Doutor em Direito Privado pela PUC Minas. Mestre em Direito pela UFMG. Membro da Associação Mineira de Professores de Direito Civil (AMPDiC), do Instituto Brasileiro de Estudos de Responsabilidade Civil (IBERC) e do Instituto Brasileiro do Direito da Criança e do Adolescente (IBDCRIA). Integrante do Núcleo de Estudos Jurídicos e Sociais da Criança e do Adolescente (NEJUSCA – UFSC) e do Grupo Interdisciplinar de Pesquisa “InfantoJuventudes” (GIPI).

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Publicado

2025-09-01

Como Citar

Carneiro Matos Sillmann, M., & de Mello Vieira, M. (2025). Sigilo da identidade da mãe biológica e o direito à origem do filho: uma análise sobre o procedimento de entrega legal para a adoção. Cadernos Do Programa De Pós-Graduação Em Direito – PPGDir. UFRGS, 20(1), 157–177. https://doi.org/10.22456/2317-8558.146738