Aproximações entre Certeau, Winnicott e o antropofagismo cultural

Autores

  • Alessandro Melo Bacchini Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
  • Alysson Bruno Martins Assunção Alysson Assunção atua como Profissional de Comunicação Social na Petrobras desde 2009, com gestão de portífólio e de projetos de Responsabilidade Social Corporativa e Comunicação Empresarial.
  • Junia de Vilhena Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).
  • Maria Inês Garcia de Freitas Bittencourt Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

DOI:

https://doi.org/10.19132/1807-8583201636.46-62

Palavras-chave:

Música Popular Brasileira. Antropofagismo. Bricolagem. Tropicalismo. Chico César.

Resumo

O texto apresenta uma análise da expressão poética e identitária de elementos ligados à música popular brasileira, a partir de uma reflexão sobre as teorias do Modernismo e suas aproximações com as obras de pensadores como Michel De Certeau e Donald Winnicott. Tal esforço é direcionado a um objeto cultural, “A prosa impúrpura do Caicó”, de autoria de Chico César. A partir da análise de conteúdo, percebeu-se que o compositor utiliza a paródia e o antropofagismo como estratégia político-ideológica de apropriação da cultura dominante e de refuta ao cânone estabelecido, construindo elementos novos que se remetem à apropriação, à bricolagem e aos sentidos do brincar.

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Biografia do Autor

Alessandro Melo Bacchini, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)

Psicólogo pela Universidade da Amazônia (2009), Aprimoramento em Psicologia Hospitalar pelo Hospital Universitário João de Barros Barreto - HUJBB (2010) especialista em Psicologia da Saúde e Hospitalar pelo Instituto de Ensino e Pesquisa em Psicologia e Saúde - IEPS (2012) e Mestre em Psicologia Clínica e Social - PPGP/UFPA (2012). Atualmente é doutorando pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro PUC/Rio, pesquisador pelo Laboratório Interdisciplinar de Pesquisa e Intervenção Social - LIPIS da PUC-Rio e pelo Laboratório de Psicanálise e Psicopatologia Fundamental (UFPA). Tem experiência na área de Psicologia Clínica e da Saúde, atuando principalmente nos seguintes temas: dispositivos clínicos psicanalíticos em hospital, feminino e psicanálise e HIV/Aids.

Alysson Bruno Martins Assunção, Alysson Assunção atua como Profissional de Comunicação Social na Petrobras desde 2009, com gestão de portífólio e de projetos de Responsabilidade Social Corporativa e Comunicação Empresarial.

Alysson Assunção atua como Profissional de Comunicação Social na Petrobras desde 2009, com gestão de portífólio e de projetos de Responsabilidade Social Corporativa e Comunicação Empresarial. É mestre em Comunicação Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2013), especialista em Jornalismo Literário (ABJL-SP - 2008) e Psicologia Clínica (IBAC-DF - 2008). Possui graduação em Comunicação Social pela Universidade Federal de Goiás (2007), e Psicologia pela Pontífícia Universidade Católica de Goiás (2007).

 

Junia de Vilhena, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

É psicanalista, possui graduação em Psicologia - George Washington University, mestrado em Ciências Sociais- Catholic University Of America e doutorado em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1984). Atualmente é professor associado da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Intervenção Terapêutica, atuando principalmente nos seguintes temas: atendimento às populações de baixa renda; violência, cultura e formas de subjetivação; cidadania, ética e exclusão social; corpo e regulação social; família e contemporaneidade, juventude e limites,psicanálise e temas afins. É coordenadora do Laboratório Interdisciplinar de Pesquisa e Intervenção Social - LIPIS da PUC-Rio onde desenvolve projetos de intervenção psicológica e de direitos humanos e social. O LIPIS funciona em rede com pesquisadores associados de diversas universidades do país e algumas estrangeiras. http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/lipis. Membro do GT da ANPEPP: Psicanálise e Clinica Ampliada. É Coordenadora Científica da Coleçãp PSI da Editora Appris.. Pesquisadora-Colaboradora do Instituto de Psicologia Cognitiva da Uiversidade de Coimbra que estuda envelhecimento, mudanças e transições sociais. É pesquisadora correspondente do Centre de Recherches Psychanalyse et Médecine -CRPM-Pandora- Université Denis-Diderot Paris 7 que estuda as novas inscrições e representações do corpo na cultura contemporânea. www. juniadevilhena.com.br

Maria Inês Garcia de Freitas Bittencourt, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

possui graduação em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1971), mestrado em Psicologia (Psicologia Clínica) pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1980) e doutorado em Psicologia (Psicologia Clínica) pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2002). Atualmente é professor assistente da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, atuando nos cursos de Graduação e Pós-graduação. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Intervenção Terapêutica, atuando principalmente nos seguintes temas: infancia, desenvolvimento, criatividade, consumo.

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Publicado

2016-08-26

Como Citar

Bacchini, A. M., A. B. M. Assunção, J. de Vilhena, e M. I. G. de F. Bittencourt. “Aproximações Entre Certeau, Winnicott E O Antropofagismo Cultural”. Intexto, nº 36, agosto de 2016, p. 46-62, doi:10.19132/1807-8583201636.46-62.

Edição

Seção

Artigos