Prevalência de Deficiências em Pacientes com Esclerose Múltipla no Ambulatório de Neuroimunologia

Autores

  • Mauren Andrielli dos Anjos Carvalho Federal University of Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre - RS, Brazil. https://orcid.org/0009-0001-0880-6979
  • Claudia Tarragô Candotti Physiotherapy Course, Federal University of Rio Grande do Sul - (UFRGS), Porto Alegre - RS, Brazil. https://orcid.org/0000-0002-8676-9157
  • Luciano Rodrigues Palmeiro Physiotherapy Course at the Federal University of Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre - RS, Brazil. https://orcid.org/0000-0002-6888-192X

DOI:

https://doi.org/10.22491/2357-9730.145376

Palavras-chave:

Esclerose múltipla, Fraqueza muscular, Fadiga, Espasticidade muscular

Resumo

Introdução: A Esclerose Múltipla (EM) apresenta uma variedade de sinais e sintomas, como fraqueza muscular, fadiga, espasticidade, interferindo na qualidade de vida. Esses sintomas ocasionam algumas incapacidades no decorrer da progressão da doença. Objetivo: Identificar a prevalência de incapacidades de pacientes com Esclerose Múltipla do tipo surto remissão do Ambulatório de Neuroimunologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), entre os anos de 2016 a 2022. Metodologia: Estudo epidemiológico longitudinal retrospectivo, cujo período de seguimento foi de 2 (Grupo A), 3 (Grupo B) e de 4 a 6 (Grupo C) anos, de acordo com o período entre a avaliação e a reavaliação da fisioterapia. Foram analisados dados sobre fadiga, força muscular, tônus, mobilidade funcional, independência e qualidade de vida. Foi realizada estatística descritiva com análise de frequências e de tendência central e dispersão. Resultados: Foram estudados 35 pacientes (A, n= 14; B, n=11; C, n= 10). A mediana da EDSS (Expanded Disability Status Scale) na reavaliação nos três grupos foi de 2,5. O tempo de diagnóstico variou entre 7,9±5,5 a 13,9±7,9 na reavaliação. Houve alteração do tônus e da força muscular em todos os pacientes. A maioria dos pacientes referiram sensação de fadiga, nas duas avaliações. A mobilidade funcional permaneceu preservada na maioria dos casos, enquanto que houve melhora da qualidade de vida ao longo do tempo em todos os grupos. Conclusão: Este estudo permitiu identificar a presença de incapacidades em pacientes com esclerose múltipla, evidenciando que as alterações mais comuns foram fraqueza muscular, sensação de fadiga e espasticidade.

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Biografia do Autor

Luciano Rodrigues Palmeiro, Physiotherapy Course at the Federal University of Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre - RS, Brazil.

ESEFID/ UFRGS

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Publicado

17-12-2025

Como Citar

1.
dos Anjos Carvalho MA, Tarragô Candotti C, Rodrigues Palmeiro L. Prevalência de Deficiências em Pacientes com Esclerose Múltipla no Ambulatório de Neuroimunologia. Clin Biomed Res [Internet]. 17º de dezembro de 2025 [citado 10º de agosto de 2026];45:e145376 . Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/hcpa/article/view/145376

Edição

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