A artesania como forma de sobrevivência. Uma história de vida nos tempos do pós-guerra espanhola
DOI:
https://doi.org/10.22456/2357-9854.104272Palavras-chave:
Trabalhos manuais. Educação. Esparto. História de vida. Identidade.Resumo
O ano é 1947. A guerra civil deixou para trás dor, fome e pobreza. Electra aos onze anos de idade, como os irmãos e irmãs sobreviventes, experimenta a arte do esparto resistente e hostil todos os dias como um meio de sobrevivência familiar. Não pode ir à escola, sua maior ilusão, e acalenta seus sonhos enquanto faz com os dedinhos capas para prensa de óleo, tapetes para entradas de choupanas ou saídas de pátios pedregosos. Apresentamos histórias de vida entrelaçadas com a artesania como forma de encontrar um sentido educacional em ambos. Como construir uma identidade e como a artesania pode ser vivenciada como algo que se aprende e que proporciona sobrevivência. Concluímos examinando as implicações que a artesania gera e promove em Electra para seu futuro como mulher.Downloads
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