#OfuturoÉfake?Kkkkk O tempo passa e a queda é sempre no mesmo buraco?

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22456/2357-9854.99783

Palavras-chave:

Ciberarte/Educação. (Des)colonização midiática. Massificação. Mente analógica. Mente digital.

Resumo

Análise de aspectos históricos brasileiros, que colocam à baila os ecos de nossa herança colonialista, cujo legado se apresenta como elemento fundamental na (de)formação da identidade e por conseguinte  na capacidade da expressão estético-digital na contemporaneidade, no tocante ao (des)comprometimento com o desenvolvimento da consciência crítica em prol da autogovernança. A década de 1990 no Brasil marca a transição da mente analógica para a mente digital, cujo processo de transição está imbrincado na tessitura com nossa herança colonialista, que se vincula com os processos tecnológicos de produção e “culturalização” no tocante à espetacularização e exploração humana. O objetivo central é refletir acerca de respostas e/ou questões que se apresentam na cartografia do ontem, do hoje sobre a estética digital que se assevera rumo ao amanhã. 

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Fernanda Pereira da Cunha, Universidade Federal de Goiás –– UFG, Goiânia/GO

Possui graduação em Educação Artística — Licenciatura Plena pela Fundação Armando Álvares Penteado, mestrado em Artes pela Universidade de São Paulo e doutorado em Artes pela Universidade de São Paulo. Atualmente é Professora Adjunta da Escola de Música e Artes Cênicas da Universidade Federal de Goiás (EMAC/UFG). Tem experiência na área de Artes, atuando principalmente nos temas: Intermídia, Cultura Digital, e-Arte/Educação. Foi vice coordenadora do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu (mestrado e doutorado) Interdisciplinar em Performances Culturais (EMAC/UFG) (2014-2016). É professora do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu (mestrado) em Música (EMAC/UFG). É coordenadora do Curso de Especialização em Arte/Educação Intermidiática (EMAC/UFG).

Referências

BARBOSA, Ana Mae T. Bastos. Arte/educação no Brasil. São Paulo: Perspectiva, 1999.

BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2000.

BERNARDO, João. Estado. A silenciosa multidão do poder. São Paulo: Escrituras, 1998.

CASTELLS, M. A sociedade em rede. A era da informatização: Economia, sociedade e cultura. 2. ed. Vol. I. São Paulo: Ed. Paz e Terra, 1999.

DEBORD, Guy. A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Ed. Contraponto, 1994.

DEWEY, John. Arte como experiência. São Paulo: Martins Fontes, 2010.

FERRAZ, Maria Heloísa C. de T.; FUSARI, Maria F. de Rezende. Metodologia do ensino da arte. 2. Ed. São Paulo: Cortez, 2001.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. Saberes necessários à prática educativa. 17. Ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2001.

FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. 28. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005.

LÈVY, Pierre. As tecnologias da inteligência. Rio de Janeiro: Ed. 34,1993.

LÈVY, Pierre. O que é virtual? Rio de Janeiro: Ed. 34, 1996.

LÈVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Ed. 34, 1999.

MARX, Karl. O Capital. Crítica da economia política. Vol. I. Primeiro Livro. O processo de produção do capital. Tomo 2 (Capítulos XIII a XXV). São Paulo: Editor Victor Civita, 1984.

SEVALHO, Gil. O “homem dos riscos” e o “homem lento” e a teorização sobre o risco epidemiológico em tempos de globalização. Interface — Comunicação, saúde, educação. v.16, n. 40, p.7-19, jan./mar. 2012. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_art

text&pid=S1414-32832012000100002> Acesso em: 10 de setembro de 2019.

URRY, John. The complexities of the Global. Theory, culture & society, London, Thousand Oaks and New Delhi, v. 22, n. 5, p. 235-254, 2005. DOI: 10.1177/0263276405057201

Downloads

Publicado

2020-04-02

Como Citar

CUNHA, F. P. da. #OfuturoÉfake?Kkkkk O tempo passa e a queda é sempre no mesmo buraco?. Revista GEARTE, [S. l.], v. 7, n. 1, 2020. DOI: 10.22456/2357-9854.99783. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/gearte/article/view/99783. Acesso em: 1 jul. 2022.

Edição

Seção

Ensino de Artes Visuais: histórias e memórias