Formação colaborativa: uma possibilidade de habitar o Museu de Arte com a Pequena Infância
DOI:
https://doi.org/10.22456/2357-9854.92974Palavras-chave:
Educação. Formação colaborativa. Criança. Museu. Arte.Resumo
Este texto aborda a prática da formação continuada tendo o trabalho colaborativo como uma possibilidade para que crianças pequenas, aquelas entre quatro e cinco anos de idade inseridas no contexto da educação infantil, tenham seu direito de acesso a arte e cultura efetivado na prática. As reflexões partem de um recorte da investigação “Para Habitar o Museu com o Público Infantil: uma proposta de formação colaborativa entre professoras da infância e profissionais do Museu Municipal de Arte de Curitiba”[1]. Os pressupostos teóricos envolveram estudos sobre educação museal (Mörsch, Huerta); educação Infantil e educação infantil no museu os trabalhos (Leite); formação continuada, formação cultural e trabalho colaborativo (Nóvoa, Kramer, Leite e Ostetto, Arslan e Iavelberg, Nogueira, Carvalho, Martins, Day, Imbernón, Rodrigo, Eça, Arriaga e Coca). As conclusões indicam que a formação cultural inserida no processo de formação continuada, como formação colaborativa, é uma possibilidade de contribuir no desenvolvimento profissional de professores da infância e de profissionais do museu, necessário para que as crianças pequenas possam habitar o museu de arte.[1] Defendida no ano de 2016 na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, sob a orientação da profa. Dra. Analice Dutra Pillar, a referida pesquisa contou com o apoio do Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE), oferecido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). O estágio se deu na Universidade Complutense de Madrid sob a co-orientação da Prof.ª. Dra. Maria Acaso Lopez Bosch. Processo n.º 99999.005195/2014-04.
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