Mediações culturais e contaminações estéticas

Mirian Celeste Martins

Resumo


Mediação, uma palavra-valise, carregada de significações. Junte-se a ela outra palavra – cultura, e tem-se um baú de significações que perpassam por diversos conceitos e atuações. Cientes da diversidade e da riqueza dos múltiplos olhares possíveis a este emaranhado e complexo conteúdo, nos debruçamos para pinçar algumas de suas dimensões. Talvez o âmago desta proposição esteja conectado à busca de objetivos: Por que mediamos? Para ensinar arte ou para propor encontros significativos com ela? Pode a mediação cultural ser compreendida como contaminação estética? Estas são inquietações que atravessam o Grupo de Pesquisa “Mediação cultural: contaminações e provocações estéticas”. Neste artigo, parte-se de “medicações poéticas” para iniciar uma conversa silenciosa com o leitor. Virus, memes e contaminações desatam os fios que movem a pesquisa e se revelam na construção do livro “pensar juntos mediação cultural: [entre]laçando experiências e conceitos” (2014). Apresenta também uma leitura dos principais termos presentes no índice remissivo que evidenciam um modo de pensar a medição cultural como ação e não como função. Uma advertência ao leitor: “Agite-se antes de ler”. 


Palavras-chave


Mediação cultural; contaminação estética; arte; acesso cultural. / Cultural mediation; aesthetic contamination; art; cultural access.

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.22456/2357-9854.52575

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


URL da licença: https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/

 

 

 

Revista GEARTE

ISSN 2357-9854 | e-ISSN 2596-3198 | Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil

http://www.seer.ufrgs.br/gearte

 

Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional.