Arte-Resistencia y Educación: el cuerpo rebelde desatando lenguas en los cines negros e indígenas
DOI:
https://doi.org/10.22456/2357-9854.146606Palabras clave:
Arte-resistencia, Cine, Cine Negro, Cine Indígena, EducaciónResumen
El presente artículo presenta y tensiona cuestiones entre lenguaje cinematográfico, representación, devenires revolucionarios y educación observando cómo los cines aquí retratados desafían las imágenes estigmatizadas de los cuerpos negros, indígenas y LGBTI+. En pantalla vemos cuerpos rebeldes: aquel que no permite ser encasillado a las expectativas normativas y que se rehúsa a sucumbir frente a las políticas de muerte establecidas para su existencia, transformando el audiovisual en un territorio fértil de experimentación y llamado a la acción, una verdadera máquina de guerra.
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