Morando la disensión, germinando la alegría

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22456/2357-9854.116799

Palabras clave:

Proceso de creación. Fabulación. Disentimiento. Cooperación. Imaginación política.

Resumen

Este artículo presenta el trabajo artístico “Convención Mundial de Países Imaginarios” realizado durante una residencia artística en la ciudad de Nova Lima, Minas Gerais, en la Escola Benvinda, que acogió a parte de los estudiantes desplazados por el delito ambiental ocurrido en la ciudad. de Brumadinho de la presa de mineral de la empresa minera Vale do Rio Doce. Trabajé en esta escuela con la clase de tercer año de primaria, en la clase de la maestra Marcia Costa durante aproximadamente un mes. El proyecto se desarrolló a partir de una serie de encuentros, en los que se buscó la fábula de una convención mundial de países imaginarios, lema para debatir conflictos ya existentes y estimular la imaginación de otros futuros posibles. A partir de estas premisas, los estudiantes participantes se hicieron responsables de elaborar y representar sus respectivos países imaginarios, así como su cultura, escritura, idioma, bandera, vestuario, códigos, voces, valores, deseos, entre otros, ubicándose como protagonistas en un proceso de diseño de políticas alternativas para la construcción de un nuevo mundo. Así, con el fin de reforzar el rol social de la clase como encuentro eventual y la valorización del niño como sujeto proponedor y creativo, la obra utilizó la fabulación como mecanismo para probar procedimientos de negociación y estimular formas de vivir e interactuar. contacto de la disidencia.

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Biografía del autor/a

Gustavo Torrezan, Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo — SESCSP, São Paulo/SP

É artista, pesquisador, educador. Pós-dourando pela PUC- SP, Doutor em poéticas visuais, mestre em educação e bacharel em artes visuais pela Unicamp. É pesquisador no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc. Em sua prática artística, volta-se a refletir sobre as estruturas de poder que configuram historicamente as organizações coletivas, bem como  suas  constituições  culturais  e identitárias. Realiza trabalhos híbridos para discutir as relações de domínio, a partir das quais se modulam os processos de subjetivação da sociedade. Nesse processo, evoca os campos da sociologia e da geopolítica. Seus trabalhos insurgem de circunstâncias comunitárias específicas. Nesse sentido, as noções de colaboração e de dialogia também vêm sendo exercitadas em sua produção.

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Publicado

2021-12-31

Cómo citar

TORREZAN, Gustavo. Morando la disensión, germinando la alegría. Revista GEARTE, [S. l.], v. 8, n. 3, 2021. DOI: 10.22456/2357-9854.116799. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/gearte/article/view/116799. Acesso em: 31 ago. 2026.

Número

Sección

Proposições educativas e formativas em arte: do (im)previsível dessas composições aos arranjos e invenções de uma aula