¿La muerte roja lleva máscara?
Palabras clave:
trabajo, pandemia, equivalencias fotográficas, literatura, etnografíaResumen
Como una ventana indiscreta al contrario, observé el trabajo diario, durante 4 meses de pandemia, en la calle donde vivo en São Paulo. Desde el sexto piso de un edificio, seguí el aislamiento por el intenso movimiento de las luces en las altas ventanas que me rodean. Y, en la calle, vi a muchos trabajadores, siguiendo con preocupación su vulnerabilidad. En esta cotidianidad de diferencias sociales encontré algunas semejanzas entre la vida en São Paulo y el terrible relato de Allan Poe sobre la muerte roja, que constituyó el trasfondo de mi enfoque poético.
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Citas
ALLAN POE, Edgar. Histórias extraordinárias de Allan Poe. Tradução e adaptação de Clarice Lispector. Rio de Janeiro: Ediouro, 1996.
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BISILLIAT, Maureen. A João Guimarães Rosa. Texto de João Guimarães Rosa. São Paulo: Gráficos Brunner, 1969.
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_____. Chorinho doce. Texto de Adélia Prado. São Paulo: Alternativa/Iochpe-Maxion, 1995.
_____. Bahia amada Amado ou O amor à liberdade & a liberdade no amor. Texto de Jorge Amado. São Paulo: Empresa das Artes/Unisys, 1996.
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Derechos de autor 2022 Kelly Koide

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