Por uma Educação Matemática no/do Campo: com intercessores das filosofias da diferença

Autores

  • SUELEN ASSUNÇÃO SANTOS UFRGS

Palavras-chave:

educação do campo, educação matemática, filosofia da diferença

Resumo

Este artigo que se intitula ‘Por uma Educação Matemática no/do Campo: com intercessores das filosofias da diferença’ emerge da necessidade de (re)pensar a educação do campo, a educação matemática, e a educação matemática dos saberes do campo e que se faz no campo. O conceito de intercessor, para Deleuze, significa intervir, ou seja, fazer interferências – e não exatamente, fazer interseção. A Educação do Campo, por se configurar em um recente plano de investigação, requer estudos no sentido de contornar seu campo teórico para compreender sua racionalidade. Mais recente ainda se trata da articulação entre a Educação do Campo e a Educação Matemática que, por vezes, parece confundir-se com a tendência denominada Etnomatemática. Percebeu-se, numa revisitação prévia na literatura e em documentos vigentes que legalizam a Educação do Campo, que não há um consenso, dentre os teóricos e documentos, sobre o que seja ou como deva ser ou como funciona a Educação Matemática no/do Campo. Nem mesmo a configuração ‘Educação Matemática no/do Campo’ parece ser a composição preferida entre os autores, que sugerem pela Etnomatemática quando articula-se ‘Educação Matemática e Educação do Campo’. Não seria a Educação Matemática no/do Campo, uma distinta e nova vertente da Educação Matemática? Não teria, a Educação Matemática no/do Campo, uma força enquanto um novo conceito para além da Etnomatemática? É disso que discorre o texto.

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Publicado

2025-08-19