O GRUPO ARTIFICIAL EM UM AMBIENTE DESFAVORÁVEL (OU NÃO FAVORÁVEL): ETNOGRAFIA DE UM GRUPO DE DISCUSSÃO DE RELIGIÃO EM UMA UNIVERSIDADE COM FORTE TRADIÇÃO LAICISTA
DOI:
https://doi.org/10.22456/1982-8136.61269Palabras clave:
Universidade Pública, Coesão Grupal, Discussão Pública sobre Religião, Esfera Pública.Resumen
Este trabalho desenvolveu-se a partir de uma etnografia sobre um grupo organizado que promovia, em pleno espaço de uma universidade pública – a Universidade Federal do Rio Grande do Sul – debates sobre religiosidade. Observou-se o modo como esse grupo, formado em sua maioria por uma gama variada de cristãos, mantinha-se a partir de alguns mecanismos específicos, a saber: a reafirmação da opção religiosa não universalizável à força, como razão de ser do grupo; a incompreensão sobre o interdito da religião na universidade, como sua relação com o contexto universitário; e a eleição de um bode expiatório para descarregar o pouco de tensão que restou da convivência pacífica.Descargas
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Publicado
2015-12-30
Cómo citar
CORTEZ LOPES, Ricardo. O GRUPO ARTIFICIAL EM UM AMBIENTE DESFAVORÁVEL (OU NÃO FAVORÁVEL): ETNOGRAFIA DE UM GRUPO DE DISCUSSÃO DE RELIGIÃO EM UMA UNIVERSIDADE COM FORTE TRADIÇÃO LAICISTA. Debates do NER, Porto Alegre, v. 2, n. 28, p. 99–123, 2015. DOI: 10.22456/1982-8136.61269. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/debatesdoner/article/view/61269. Acesso em: 27 ago. 2026.
Número
Sección
ARTIGOS