A racialização da criminologia e da educação no trato da infância brasileira: contribuições para uma história decolonial
Resumen
El artículo analiza la criminalización de niños y adolescentes negros en la legislación y en los trabajos de criminólogos, producidos a finales del siglo XIX y principios del XX, y en las propuestas pedagógicas de regeneración a través del trabajo. En este marco temporal se analiza el Código Penal de 1890 y el Código de Menores de 1927. La hipótesis es la estrecha relación entre la racialización criminal y la división racial de la educación, con la provisión de escolarización diferenciada, en instituciones disciplinarias, donde trabajo obligatorio se presentó como una pedagogía regenerativa. Se seleccionaron fuentes documentales: legislación, prensa y obras de época, tomando como referentes teóricos a los autores Norbert Elías y Aníbal Quijano. El objetivo es problematizar las posibilidades de una historia descolonial de la educación infantil, que dé visibilidad a la larga tradición de criminalización de la infancia negra y de la división racial de la educación.
Palabras clave: Carrera, Niño, Marginación.
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