EDUCAÇÃO, MEDICINA E RACIALIZAÇÃO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DAS ESCOLAS PRIMÁRIAS (PERNAMBUCO, DÉCADA DE 1930)

Autores

  • Adlene Silva Arantes (Brasil) Universidade de Pernambuco-UPE, Campus Mata Norte

Palavras-chave:

Medicina, Racialização, grupos escolares

Resumo

Buscamos compreender como se davam as ações médicas para determinar o biotipo das crianças que frequentavam as aulas de educação física nos grupos escolares pernambucanos na década de 1930, com vistas a perceber como se estabeleceram comparações entre brancos e negros a partir das práticas de racialização presentes no ambiente escolar. Analisamos documentos da instrução pública, jornais de grupos escolares, revistas de ensino e da área médica, entre outros. Baseamos-nos no conceito de representação social de Roger Chartier, em estudos sobre o pensamento racial brasileiro e da história da educação no Brasil. Destacamos o papel que teve a  educação física no cenário nacional e local tendo em vista que as políticas de racialização, baseadas testes e medições antropométricas imprimiram a missão de revigorar a raça e garantir o estabelecimento de uma sociedade saudável fisicamente, intelectualmente e moralmente.

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Biografia do Autor

Adlene Silva Arantes (Brasil), Universidade de Pernambuco-UPE, Campus Mata Norte

Doutora em Educação, Universidade Federal Paraíba (UFPB). É Professora Adjunta, Universidade de Pernambuco, UPE, Campus Mata Norte. Pesquisadora do GEHSCAL - GRUPO DE ESTUDOS EM HISTÓRIA SOCIOCULTURAL DA AMÉRICA LATINA.

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Publicado

2018-01-04

Como Citar

Arantes (Brasil), A. S. (2018). EDUCAÇÃO, MEDICINA E RACIALIZAÇÃO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DAS ESCOLAS PRIMÁRIAS (PERNAMBUCO, DÉCADA DE 1930). Revista História Da Educação, 22(54), 246–262. Recuperado de https://seer.ufrgs.br/index.php/asphe/article/view/67595

Edição

Seção

Artigo / Article / Artículo