EDUCAÇÃO, MEDICINA E RACIALIZAÇÃO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DAS ESCOLAS PRIMÁRIAS (PERNAMBUCO, DÉCADA DE 1930)
Palavras-chave:
Medicina, Racialização, grupos escolaresResumo
Buscamos compreender como se davam as ações médicas para determinar o biotipo das crianças que frequentavam as aulas de educação física nos grupos escolares pernambucanos na década de 1930, com vistas a perceber como se estabeleceram comparações entre brancos e negros a partir das práticas de racialização presentes no ambiente escolar. Analisamos documentos da instrução pública, jornais de grupos escolares, revistas de ensino e da área médica, entre outros. Baseamos-nos no conceito de representação social de Roger Chartier, em estudos sobre o pensamento racial brasileiro e da história da educação no Brasil. Destacamos o papel que teve a educação física no cenário nacional e local tendo em vista que as políticas de racialização, baseadas testes e medições antropométricas imprimiram a missão de revigorar a raça e garantir o estabelecimento de uma sociedade saudável fisicamente, intelectualmente e moralmente.
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