Indústrias militares privadas, Plano Colômbia e repercussões no monopólio estatal do uso da força na América do Sul Pós-Guerra Fria

Autores/as

  • Fernando Luz Brancoli Universidade Federal Fluminense

DOI:

https://doi.org/10.22456/2178-8839.16507

Palabras clave:

Segurança Internacional, Soberania, Indústrias Militares Privadas

Resumen

O presente artigo aponta as transformações ocasionadas pela utilização das Indústrias Militares Privadas, no âmbito do Plano Colômbia, sob a luz do conceito de monopólio estatal do uso da força na América do Sul no pós-Guerra Fria. Criado em julho de 2000 pelos Estados Unidos, o programa antidrogas ‘Plano Colômbia’ injeta cerca de 630 milhões de dólares neste país sul-americano. Deste montante, metade é designada para tais empresas particulares, encarregadas principalmente de auxiliar no combate direto das Farc e no treinamento de tropas. Representantes do processo de liberalização econômica da década de 90, as Indústrias Privadas Militares encontram-se em uma espécie de “área cinza” do Direito Internacional, tornando-se atores importantes para o entendimento das novas questões envolvendo conflitos no mundo pós-Guerra Fria.

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Publicado

2010-11-01

Cómo citar

Brancoli, F. L. (2010). Indústrias militares privadas, Plano Colômbia e repercussões no monopólio estatal do uso da força na América do Sul Pós-Guerra Fria. Conjuntura Austral, 1(2), Pág. 19–35. https://doi.org/10.22456/2178-8839.16507

Número

Sección

INVESTIGACIÓN
Recibido 2010-09-28
Aceptado 2010-11-01
Publicado 2010-11-01

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