A ressignificação da praça pública e do sebo como lugares de mediação cultural

Hélio Márcio Pajeú, Ana Carolina Correia Sobral

Resumo


O trabalho apresenta parte de uma pesquisa etnometodológica, iniciada em julho de 2013, acerca da Praça do Sebo, localizada no centro da cidade do Recife, que desde 1981 abriga alfarrabistas, distribuídos em 19 boxes, tornando-se um espaço único na cidade para venda de livros antigos, novos, raros e usados. Procurou-se entender o conceito de praça pública e sua importância para a configuração da cidadania, a fim de estabelecer uma possibilidade de ressignificação dos espaços urbanos a partir da mediação cultural. Situa historicamente a relação dos sebos e livreiros com o espaço na construção de memórias coletivas e aborda a problemática do bibliotecário como produtor e mediador de cultura. Apresenta as práticas do projeto #MovimentePraçaDoSebo e alguns resultados alcançados, relatando as experiências e ações culturais já realizadas ao longo de seu desenvolvimento.


Palavras-chave


Mediação cultural. Leitura. Espaços públicos. Praça do sebo. Recife.

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DOI: https://doi.org/10.19132/1808-5245251.239-266



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