A contribuição da teoria social feminista para o entendimento das desigualdades de gênero na velhice

Autores

  • Comissão Editorial Sociologias Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Marília P. Ramos

Resumo

Este artigo utiliza as idéias da Teoria Social Feminista para examinar os mecanismos que reproduzem as desigualdades de gênero na velhice. Considera-se que as mulheres não são capazes de cuidar delas próprias economicamente, isto é, de terem uma atividade lucrativa na esfera púbica, por causa das restrições sociais. Mesmo em tempos “modernos” quando “supostamente” as mulheres têm chance de ir para esfera pública (para além do espaço doméstico) elas conseguem, em geral, os mais baixos salários. Acredita-se que, principalmente às mulheres idosas solteiras ou viúvas, são negadas oportunidades e condições desfrutadas pelos homens. Isto é, aquelas mulheres idosas que não tem um homem como suporte financeiro possuem status sócio-econômico mais baixo que aquelas que são casadas. Este artigo apresenta as principais teses da Teoria Sociológica Feminista e suas diferentes abordagens (biológica, institucional e psicossocial), bem como as da perspectiva da Gerontologia Feminista, enfatizando autores dos Estados Unidos da América. Algumas conclusões são apresentadas baseadas na abordagem da desigualdade na Teoria Social Feminista.

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Biografia do Autor

Marília P. Ramos

Professora e pesquisadora da UNISC

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Como Citar

SOCIOLOGIAS, C. E.; P. RAMOS, M. A contribuição da teoria social feminista para o entendimento das desigualdades de gênero na velhice. Sociologias, [S. l.], v. 1, n. 2, 2008. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/sociologias/article/view/6973. Acesso em: 25 set. 2022.

Edição

Seção

Artigos