PREVALÊNCIA DE DOENÇA RENAL CRÔNICA EM IDOSOS NO RIO GRANDE DO SUL
DOI:
https://doi.org/10.54909/sp.v9i2.151223Palavras-chave:
Saúde do Idoso, Insuficiência Renal Crônica, Estudos Epidemiológicos, Sistemas de Informação em Saúde, Atenção Primária à SaúdeResumo
Objetivo: Identificar a prevalência de doença renal crônica em idosos atendidos e cadastrados na atenção primária à saúde no Rio Grande do Sul. Metodologia: Estudo transversal descritivo, realizado a partir de dados secundários, utilizando-se do Sistema de Informação da Atenção Básica/DATASUS. A coleta de dados ocorreu nos meses de setembro e outubro de 2021, na plataforma digital do Sistema de Informação da Atenção Básica. Foram extraídos relatórios e visualizados mediante planilhas, contendo informações referentes a características sociodemográficas e de utilização do serviço. Os dados foram analisados no programa Microsoft Excel®, mediante a estatística descritiva, sendo as variáveis categóricas expressas em frequência absoluta e relativa. Resultados: A prevalência de doença renal crônica em idosos cadastrados no sistema variou de 0,04% em 2014 a 0,14% em 2020, com maior prevalência entre homens e na faixa etária entre 70 e 79 anos (2014) e entre 80 e 110 anos (2015-2020). Independente do sexo e da idade, identificou-se um aumento linear do registro de idosos sem e com doença renal crônica no Sistema de Informação da Atenção Básica entre 2014 e 2020. Conclusão: Faz-se necessário promover ações de educação em saúde à população idosa, direcionadas ao reconhecimento de sinais e sintomas de alerta para a doença sejam ampliadas na atenção primária à saúde, instrumentalizando-a, principalmente por meio de grupos terapêuticos. Além disso, atividades de educação permanente direcionadas aos profissionais da saúde são recomendadas, a fim de que estejam aptos a reconhecer as necessidades destes idosos e a desenvolver as ações de prevenção, promoção e minimização de complicações.
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