ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA EM DESASTRES METEOROLÓGICOS

O QUE JÁ APRENDEMOS E QUAIS SÃO OS DESAFIOS FUTUROS?

Autores

DOI:

https://doi.org/10.54909/sp.v8i2.142901

Palavras-chave:

Assistência Farmacêutica, Desastre Meteorológico, Saúde Pública

Resumo

Introdução: Este estudo explora a Assistência Farmacêutica (AF) no Brasil, em situações de desastres meteorológicos, enfatizando a importância de reduzir os impactos na saúde pública por meio do acesso e uso racional de medicamentos essenciais. Tais desastres frequentemente resultam em um aumento de doenças, demandando uma resposta rápida e eficiente do sistema de saúde. A AF realiza um papel importante na contenção de surtos de doenças e na manutenção da saúde das populações afetadas. Objetivo: Analisar desafios enfrentados, estratégias adotadas e as melhores práticas identificadas na literatura sobre a AF em desastres meteorológicos, bem como descrever ações realizadas durante as enchentes que ocorreram no Rio Grande do Sul, em maio de 2024. Metodologia: A pesquisa, baseada em uma busca na literatura e análise documental, até outubro de 2024, consistiu na revisão de publicações científicas, relatórios de organizações humanitárias e documentos oficiais relacionados à AF em desastres meteorológicos. A análise dos dados foi realizada de forma qualitativa (temática), destacando as principais ações, desafios e boas práticas encontradas na literatura. Resultados: Os resultados estão apresentados e discutidos por temas emergentes que incluíram a importância da assistência farmacêutica na saúde pública em situações de desastres; preparação e resposta em situações de desastres; ações durante em situações de desastres; as enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul e recuperação pós-desastres. Os principais desafios para a assistência farmacêutica em desastres são a alta demanda por medicamentos, destruição de infraestruturas de saúde, interrupção de cadeias de suprimentos e a fragilidade na formação dos profissionais. Conclusão: Fortalecer a resistência dos sistemas de saúde em caso de calamidades requer uma abordagem integrada, que envolva planejamento contínuo, capacitação continuada de profissionais e criação de estoques de emergência. Dessa forma, os serviços farmacêuticos podem responder de maneira eficiente e sustentável às emergências, minimizando impactos na saúde das populações afetadas. 

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Biografia do Autor

Aline Monteiro Machado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Graduanda em Farmácia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, Brasil

Diego Gnatta, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Doutor em Ciências Farmacêuticas. Professor da Faculdade de Farmácia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, Brasil

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Publicado

2024-11-21

Como Citar

MACHADO, Aline Monteiro; GNATTA, Diego. ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA EM DESASTRES METEOROLÓGICOS: O QUE JÁ APRENDEMOS E QUAIS SÃO OS DESAFIOS FUTUROS?. Saberes Plurais Educação na Saúde, [S. l.], v. 8, n. 2, p. e142901, 2024. DOI: 10.54909/sp.v8i2.142901. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/saberesplurais/article/view/142901. Acesso em: 27 ago. 2026.