Quem Tem Medo da Autonomia? Reflexões a Partir da Escola da Ponte Sobre Alfabetização, Mediação e Tecnologias Digitais

Autores

  • Laura Quevedo Jurgina Universidade Federal de Pelotas
  • Leomar Soares da Rosa Júnior Universidade Federal de Pelotas
  • Fernando Moreira Universidade Portucalense
  • Tiago Thompsen Primo Universidade Federal de Pelotas

DOI:

https://doi.org/10.22456/1679-1916.153518

Palavras-chave:

autonomia discente, tecnologias digitais, alfabetização, mediação pedagógica, Escola da Ponte

Resumo

Este artigo analisa práticas pedagógicas do ciclo de iniciação da Escola da Ponte (Portugal), com foco em como a organização escolar favorece a autonomia discente no uso de tecnologias digitais desde os anos iniciais. De natureza qualitativa e caráter etnográfico, a pesquisa foi realizada entre janeiro e abril de 2025 e envolveu observações presenciais, entrevistas com docentes e análise de documentos escolares. Os resultados indicam que o desenvolvimento da autonomia é sustentado por arranjos institucionais que combinam planos individuais de estudo, tutorias regulares e exploração sensorial de recursos digitais, ancorados em princípios de corresponsabilidade, escuta e autoria. Conclui-se que a experiência da Escola da Ponte oferece subsídios para políticas de alfabetização e para programas de formação docente orientados ao uso ético, criativo e formativo das tecnologias educacionais em contextos públicos.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Downloads

Publicado

2026-02-11

Como Citar

JURGINA, Laura Quevedo; ROSA JÚNIOR, Leomar Soares da; MOREIRA, Fernando; THOMPSEN PRIMO, Tiago. Quem Tem Medo da Autonomia? Reflexões a Partir da Escola da Ponte Sobre Alfabetização, Mediação e Tecnologias Digitais . RENOTE, Porto Alegre, v. 23, n. 2, p. 12–23, 2026. DOI: 10.22456/1679-1916.153518. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/renote/article/view/153518. Acesso em: 18 ago. 2026.

Edição

Seção

Fundamentos teóricos, cognição e processos de aprendizagem