Law no. 14,191/2021 and its propositions in/for education of deaf students
DOI:
https://doi.org/10.21573/vol40n12024.135476Keywords:
Deaf Education, Bilingualism, Inclusive Educational PoliciesAbstract
In 2021, Brazil recognized bilingual education for the deaf as a type of school education in the National Education Guidelines and Bases Law (LDBEN). This advent results from several social and political demands in search of assertive and equitable schooling for this population. Since the recognition of Brazilian Sign Language (Libras) in 2002, research on Libras has been continuously effervescing, which has strengthened since 2009, with more incisive social movements for implementing bilingual schools, classrooms, and/or centers. In this meantime, what was evident were not encouraging results regarding the schooling of these deaf people in Brazil's current model of inclusion, which further reinforced the need for bilingual spaces. This article aims to analyze the projections governed by Law No. 14,191/2021 in the provision of bilingual education for the deaf and the implications for the implementation of this new modality in the country. Thus, Law no. 14.191/2021 presents the guidelines so that the offering of this new teaching modality can occur and, with them, we can unveil new successful developments in this process. We hope that your representation will give way to new policies' emergence and/or improvement.
Downloads
References
ANDREI-WITKOSKI, S. A. Educação de surdos pelos próprios surdos: uma questão de direitos. E ed. Curitiba, PR: CRV, 2012.
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília, 20 de dezembro de 1996. Seção 1, p. 27839. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm>. Acesso em: 10 de ago. 2023.
BRASIL. Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 25 de abril de 2002. Seção 1, p. 23. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10436.htm>. Acesso em: 10 de ago. 2023.
BRASIL. Lei nº. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília, 20 de dezembro de 1996. Seção 1, p. 27839. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 9 ago. 2023.
BRASIL. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Diário Oficial da União, Brasília, 23 de dezembro de 2005, Seção 1, p. 28-29. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm>. Acesso em: 3 de ago. 2023.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva. Brasília, DF. 2008. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/pneepei/cartilha.pdf . Acesso em: 4 ago. 2023.
BRASIL. Decreto nº 7.611, de 17 de novembro de 2011. Dispõe sobre a educação especial, o atendimento educacional especializado e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 18 de novembro de 2011, Seção 1 - Edição Extra - 18/11/2011, Página 5 (Republicação). Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/decreto/d7611.htm>. Acesso em: 5 de ago. 2023.
BRASIL. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Diário Oficial da União, Brasília, 07 de setembro de 2015, Seção 1, p. 2-11. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm>. Acesso: 10 de ago. 2023.
BRASIL. Declaração de Salamanca: sobre Princípios, Políticas e Práticas na Área das Necessidades Educativas Especiais, 2016. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/salamanca.pdf>. Acesso em: 10 de ago. 2023.
BRASIL. Decreto nº 10.502, de 30 de setembro de 2020. Institui a Política Nacional de Educação Especial: Equitativa, Inclusiva e com Aprendizado ao Longo da Vida. Diário Oficial da União, Brasília, 1 de outubro de 2020. Seção 1, p. 6-8. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2020/decreto/D10502.htm>. Acesso em: 10 de ago. 2023.
BRASIL. Lei nº 14.191, de 3 de agosto de 2021. Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), para dispor sobre a modalidade de educação bilíngue de surdos. Diário Oficial da União, Brasília, 04 de agosto de 2021. Seção 1, p. 1. Disponível em: <https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-14.191-de-3-de-agosto-de-2021-336083749>. Acesso em: 10 de ago. 2023.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, 5 de outubro de 1988. Diário Oficial da União, 5 de outubro de 1988, Seção 1, p. 1-32. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm>. Acesso em: 1 de ago. 2023.
BRASIL. Lei nº. 10.098. Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou mobilidade reduzida e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília DF, 16 out. 2020. Disponível: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l10098.htm . Acesso em: 3 ago. 2023.
BRASIL. Lei nº. 14.704, de 25 de outubro de 2023. Altera a Lei nº 12.319, de 1º de setembro de 2010, para dispor sobre o exercício profissional e as condições de trabalho do profissional tradutor, intérprete e guia-intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2023-2026/2023/Lei/L14704.htm#art1 . Acesso em: 14 ago. 2023.
BRITO, J. L.; SÁ, N. R. L. de. Estudantes surdos na escola regular: questionando o paradigma da inclusão. In: SÁ, N. de. Surdos: qual escola? Manaus: Valer e Edua, 2011, p. 195-204.
CAMPOS M. L. I. L. Educação Inclusiva para surdos e as políticas vigentes. In: LACERDA, C. B. F. de.; SANTOS. Tenho um aluno surdo, e agora? Introdução a educação de surdos. São Carlos: EduFSCar, 2013, p. 37-61.
CAPOVILLA, F. C. Sobre a falácia de tratar crianças ouvintes como se fossem surdas, e as surdas, como se fossem ouvintes ou deficientes auditivas: pelo reconhecimento do status linguístico especial da população escolar surda. In: SÁ, N. de. Surdos: qual escola? Manaus: Valer e Edua, 2011, p.77-100.
FALCÃO, L. A. Educação de Surdos: Ensaios pedagógicos. Recife: Ed. do Autor, 2012.
FERNANDES, S. Políticas linguísticas e de identidade (s): a língua como fator de (in) exclusão dos surdos. Revista Trama, Cascavel, v. 7, p. 109-123, 2011. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/trama/article/view/5788 . Acesso em: 10 ago. 2023.
FERREIRA, A. C. de. A. X. A política de inclusão escolar para o aluno surdo na perspectiva do tradutor e intérprete de Libras/Língua Portuguesa. 141f. Dissertação (mestrado em educação). Universidade Federal do Piauí (UFPI), Teresina, 2019. Disponível em: https://ufpi.br/arquivos_download/arquivos/ANA_CRISTINA_DE_ASSUN%C3%87%C3%83O_XAVIER_FERREIRA20190725150750.pdf . Acesso em: 5 ago. 2023.
KASSAR, M. de. C. M.; REBELO, A. S; OLIVEIRA, R. T. C. de. Embates e disputas na política nacional de Educação Especial brasileira. Educ. Pesquisa. São Paulo, v. 45, 2019. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ep/a/SVmZZLzBnrZFnyqXR9TSpYc/ . Acesso em: 22 ago. 2023.
LACERDA, C. B. F. de. Intérprete de Libras em atuação na educação infantil e no ensino fundamental. Porto Alegre: Editora Mediação. 5ª ed. 2013.
LACERDA, C. B. F. de.; SANTOS, L. dos.; MARTINS, V. Escola e diferença - Caminhos para educação bilíngue de surdos. São Carlos: EdUFSCar; 1ª edição. 2021.
LODI, A. C. B.; HARRISON, K. M. P.; CAMPOS, S. R. L. de. Letramento e surdez: um olhar sobre as particularidades dentro do contexto educacional. In: LODI, A. C. B.; HARRISON, K. M. P.; CAMPOS, S. R. L.; TESKE, O. Letramento e Minorias. 6ª ed. Porto Alegre: Ed. mediação, 2013, p. 35-46.
MACHADO, P. C. Integração/inclusão na escola regular: um olhar do egresso surdo. In: QUADROS, R. M. (Org.) Estudos Surdos I. Petrópolis: Arara Azul, 2006, p. 38-75.
OLIVEIRA, B. R. S. S. de. DA SILVA, G. G. P.; ARAÚJO, T. W. G. de.; LIMA, M. R. e S. Transformações históricas e políticas na constituição da educação de surdos: alicerce para uma educação especial na perspectiva da educação inclusiva. In: FERREIRA, A. C. de. A. X.; ARAÚJO, C. S. S. B. O Surdo e a Libras: Diálogos sobre políticas públicas e práticas pedagógicas. Bauru: Editora Gradus, 2021, p. 9-29.
PEREIRA, M. C. da. C. Papel da língua de sinais na aquisição da escrita por estudantes surdos. In: LODI, A. C. B.; HARRISON, K. M. P.; CAMPOS, S. R. L.; TESKE, O. Letramento e Minorias. 6ª ed. Porto Alegre: Ed. mediação, 2013, p. 47-55.
PERLIN, G. T. T. Cultura Surda e os intérpretes de língua de sinais. Educação Temática Digital, Campinas, v. 7, n. 2, 2006a. Disponível em: https://www.ssoar.info/ssoar/bitstream/handle/document/10165/ssoar-etd-2006-2-perlin-a_cultura_surda_e_os.pdf?sequence=1 . Acesso em: 8 ago. 2023.
QUADROS, R. de. M. O “BI” em bilinguismo na educação de surdos. Uma educação bilíngue linguística e culturalmente aditiva. In: LODI, A. C. B.; MÉLO, A. D. B. de.; FERNANDES, E (Orgs). Letramento e Bilinguismo e educação de surdos. Porto Alegre. Editora Mediação, 2012, p. 187-200.
QUADROS, R. de. M.; SCHIMIEDT, M. L. P. Ideias para ensinar português para alunos surdos. Brasília: MEC, SEESP, 2006.
QUADROS, R. M. de. O “BI” em Bilinguismo na educação de Surdos. In: FERNANDES, E. Surdez e Bilinguismo. Porto Alegre: Mediação, 2010.
REIS, F. Professores surdos: identificação ou modelo? In: QUADROS, R. M. de; PERLIN, G. T. (Org.). Estudos Surdos II. Petrópolis: Arara Azul, 2007, p. 86-99.
SANTOS, L. F. dos.; GIL, M. S. C. de. A. Do gesto ao sinal na Educação Infantil: o aprendizado de Libras por crianças surdas. ReVEL, v. 10, n. 19, 2012. Disponível em: http://www.revel.inf.br/files/d37fe6d3e32ded9a36638089b986740b.pdf . Acesso em: 28 de ago. 2023.
SÁ, N. R. L. de. Escolas e classes de surdos: opção político-pedagógico legítima. In: SÁ, N. de. (Orgs.). Surdos: qual escola? Manaus: Valer e Edua, 2011, p. 17-62.
SILVA, A. C. da. A representação social da surdez: entre o mundo acadêmico e o cotidiano escolar. In: LODI, A. C. B.; MÉLO, A. D. B. de.; FERNANDES, E. (Orgs). Letramento e Bilinguismo e educação de surdos. Porto Alegre: Editora Mediação, 2012, p. 89-101.
SOUZA, R. M. de. Educação bilíngue libras-português, estudos surdos e direitos linguísticos: memórias - coleção educação bilíngue de surdos no Brasil história, desafios e avanços. Editora: CRV; 1ª edição, 2020.
STROBEL, K. As imagens do outro sobre a cultura surda. 3. ed. rev. – Florianópolis: Ed. Da UFSC, 2013.
TEIXEIRA, K. C. Contribuições para pensar a educação bilíngue em uma instituição de educação infantil de Vitória/ES. In: Educação de Surdos: políticas, práticas e outras abordagens. Curitiba: Editora Appris. 1 ed., 2018.
THOMA, A. da. S. A pedagogia cultural da mídia: o que ela nos ensina sobre os surdos e a surdez? ANPED, 2002. Disponível em: https://www.academia.edu/RegisterToDownload/RelatedWorks . Acesso em: 22 ago. 2023.
VIEIRA-MACHADO, L. M. da. C.; COSTA-JÚNIOR, E. R. da. Educação de Surdos: Políticas, práticas e outras abordagens. Curitiba: Editora Appris, 2018.
VIEIRA-MACHADO, L. M. da. C. Os surdos, os ouvintes e a escola: narrativas, traduções e histórias capixabas. 1 ed. Vitória: EDUfes, 2010.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2024 REVISTA BRASILEIRA DE POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO DA EDUCAÇÃO

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
The Brazilian Journal Policy and Administration of Education of the Brazilian Association Policy and Administration of Education uses the Creative Commons - Attribution-Non-Commercial 4.0 International license as a basis for transferring rights, for open access journals (Open Archives Initiative - OAI). Open access means free availability on the Internet so that users can read, download, copy, distribute, print, search or reference the full text of the documents, process them for indexing, use them as input data for software programs, or use them for any other legal purpose, without financial, legal or technical barriers.
Authors who publish in this journal agree with the following terms:
- Authors retain the copyright and grant the journal the right to first publication, with the work simultaneously licensed under the Creative Commons Attribution License that allows the sharing of the article with acknowledgment of authorship and initial publication in this Journal.
- Authors are authorized to assume additional contracts separately, for the non-exclusive distribution of the version of the work published in this journal (eg, publishing in an institutional repository or as a book chapter), with acknowledgment of authorship and initial publication in this journal.
- Authors are allowed and encouraged to publish and distribute their work online (eg, in institutional repositories or on their personal page) at any point before or during the editorial process, as this can generate productive changes, as well as increase impact and citation of published work.

