Doutor em Estudos de literatura, na área de Teoria, crítica e comparatismo, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). E-mail: diegolockfarina@hotmail.com. Orcid: 0000-0003-0362-564X.
The article investigates the relevance of the notion of the literary event for Jacques Derrida, focusing on its impossibility of being fully articulated. It explores how the event eludes representation and demands a language that welcomes its singularity and unpredictability, as Derrida proposes the symptom as a third path between constative and performative modes. Deconstruction, as an ethical gesture of translation, is also an event and implies responsibility toward the other, promoting escape and finding the literature—through its power to say everything and resist institutionalization—as privileged space for the event. This essay articulates concepts such as différance, trace, écriture, and the im-possible, speculating on how the event, like the poem, resists against captures by form.
Keywords: Event. Literature. Jacques Derrida. Traces. Symptom.
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