Ir al menú de navegación principal Ir al contenido principal Ir al pie de página del sitio

Artigos

v. 7, n. 1 (2025)

“Você Poderia, Por Gentileza?”: frames cognitivos e linguagem moral no universo de BioShock

DOI
https://doi.org/10.22456/2596-0911.147135
Enviado
abril 29, 2025
Publicado
2025-12-22

Resumen

Este trabalho tem como objetivo analisar a construção da moralidade dos personagens da franquia BioShock a partir da teoria dos frames morais de George Lakoff (1995, 1996, 2004), com foco na construção de sentido através da linguagem. Utiliza-se uma metodologia qualitativa (Denzin; Lincoln, 2005; Silverman, 2000), considerando a complexidade discursiva e simbólica presente no jogo. A análise será realizada por meio da técnica indiciária (Ginzburg, 1989), observando sinais e marcas linguísticas que revelem os enquadramentos morais adotados por cada personagem. Busca-se compreender como valores ideológicos e modelos de mundo são articulados por meio da linguagem e das escolhas discursivas no universo narrativo de BioShock, esperando-se evidenciar como o jogo articula diferentes modelos morais e valores ideológicos em sua construção narrativa.

Citas

  1. DENZIN, Norman K.; LINCOLN, Yvonna S. (orgs.). The SAGE Handbook of Qualitative Research. 3. ed. Thousand Oaks: SAGE Publications, 2005.
  2. DUQUE, Paulo Henrique; SILVA, Eduardo Alves Da. A manipulação informativa e seu modus operandi no enquadramento ideológico nas redes sociais. Cadernos de Letras da Uff, Rio de Janeiro, v. 30, n. 59, p. 235-248, 2019.
  3. FAIRCLOUGH, Norman. Analysing Discourse: Textual Analysis for Social Research. London: Routledge, 2003.
  4. FAUCONNIER, Gilles. Mental Spaces. Cambridge: MIT Press, 1984.
  5. FAUCONNIER, Gilles; TURNER, Mark. The way we think: conceptual blending and the mind’s hidden complexities. New York: Basic Books, 2002.
  6. FILLMORE, Charles J. Frame Semantics. In: The Linguistic Society of Korea (ed.). Seoul: Hanshin, 1982.
  7. FILLMORE, Charles. Frame semantics and the nature of language. In: HARNARD, Steven R.; STEKLIS, Horst D.; LANCASTER, Jane (eds.). Origins and evolution of language and speech. New York: New York Academy of Sciences, 1976.
  8. FOUCAULT, Michel. A arqueologia do saber. 8. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2012.
  9. GEE, James Paul. How to Do Discourse Analysis: A Toolkit. New York: Routledge, 2011.
  10. GINZBURG, Carlo. Sinais: Raízes de um paradigma indiciário. In: GINZBURG, Carlo. Mitos, emblemas e sinais: morfologia e história. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
  11. LAKOFF, George. Don’t Think of an Elephant!: Know Your Values and Frame the Debate. White River Junction: Chelsea Green, 2004.
  12. LAKOFF, George. Metaphor and Moral Politics. 1. ed. Oakland: University of California, 1995.
  13. LAKOFF, George. Moral Politics: How Liberals and Conservatives Think. Chicago: University of Chicago Press, 1996.
  14. LAKOFF, George. Women, fire and dangerous things. Chicago/London: The University of Chicago Press, 1987
  15. MILL, John Stuart. Utilitarianism, Liberty, and Representative Government. J. M. Dent & Sons: E. P. Dutton, 1957.
  16. RAND, Ayn. A Revolta de Atlas. Rio de Janeiro: Sextante, 2010.
  17. SILVERMAN, David. Doing Qualitative Research: A Practical Handbook. London: SAGE Publications, 2000.
  18. WITTGENSTEIN, Ludwig. Philosophical Investigations. Trans. G.E.M. Anscombe. Oxford: Blackwell, 1953.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.