NARRAR PARA CONTAR SUA HISTÓRIA: REPRESENTAÇÃO DISCURSIVA DE REMANESCENTES QUILOMBOLAS

Autores

  • Josinaldo Pereira de Paula Universidade do Estado do Rio Grande do Norte
  • Maria Eliete de Queiroz Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).

DOI:

https://doi.org/10.22456/2238-8915.81283

Resumo

Este trabalho investiga Representações discursivas (Rds) na narrativa do lobisomem contada por remanescentes quilombolas de Portalegre/RN em Souza, Mendes e Fonseca (2011). Recorremos aos estudos da Linguística Textual, situando a abordagem da Análise Textual dos Discursos (ATD), com base em Adam (2011) e em estudos de Rodrigues, Passeggi e Silva Neto (2010), Passeggi et al. (2010), Rodrigues et al. (2012), Queiroz (2013). Reportamo-nos, também, aos estudos da esquematização em Grize (1990, 1996), Passeggi (2001). A noção de representação discursiva é apresentada pela ATD e constitui a dimensão semântica do texto. Neste artigo, as Rd construídas por meio das categorias da referência/referenciação, da predicação, da localização e da aspectualização por meio de elementos linguístico-discursivos que viabilizam a construção de sentido do texto. Interpretamos as Rd de religiosos, corajosos e a de medo por ser sorteado para o exército brasileiro, mostrando o terror que foi a segunda guerra mundial para essas comunidades.

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Biografia do Autor

Josinaldo Pereira de Paula, Universidade do Estado do Rio Grande do Norte

Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).Doutorando do Programa de Pós-graduação em Letras (PPgL). Pau dos Ferros, Brasil.

Maria Eliete de Queiroz, Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).

Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). Professora doutora do Departamento de Letras Estrangeiras (DLE) e do Programa de Pós-graduação em Letras (PPgL) da UERN. Pau dos Ferros, Brasil.

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Publicado

2018-07-04

Como Citar

DE PAULA, Josinaldo Pereira; DE QUEIROZ, Maria Eliete. NARRAR PARA CONTAR SUA HISTÓRIA: REPRESENTAÇÃO DISCURSIVA DE REMANESCENTES QUILOMBOLAS. Organon, Porto Alegre, v. 33, n. 64, p. 16, 2018. DOI: 10.22456/2238-8915.81283. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/organon/article/view/81283. Acesso em: 11 ago. 2026.