LATIM, BIQUÍNI E SINFONIA DISCORDANTE: LÍNGUAS CLÁSSICAS E METODOLOGIA DE ENSINO
DOI:
https://doi.org/10.22456/2238-8915.44148Resumo
Neste artigo se discute a visão que os profissionais de Letras têm do latim e do ensino de línguas Clássicas. Baseando-se na noção de que o que faz uma língua são capacidades inatas e individuais do ser humano – e não o uso dessa língua entre indivíduos e em comunidade – o estudo de latim se encerra na leitura de textos escritos entre dois a quatros séculos, em oposição a mais de dois milênios de uso do latim, e o ensino de língua é individualista e formalista, em oposição ao social e participativo. Se propõe que uma concepcão mais ampla de língua e a noção de aprendizagem como crescente participação em atividades letradas podem transformar o estudante, de titubeante leitor de poucos autores, em ativo participante da comunidade que se extende por vários territórios do globo e abarca a produção de vinte séculos de história: a produção mais ampla, mais diversificada, mais influente na história social e literária dos homens.Downloads
Não há dados estatísticos.
Downloads
Publicado
2014-03-25
Como Citar
MARCANT ENGELSING, Eduardo. LATIM, BIQUÍNI E SINFONIA DISCORDANTE: LÍNGUAS CLÁSSICAS E METODOLOGIA DE ENSINO. Organon, Porto Alegre, v. 29, n. 56, 2014. DOI: 10.22456/2238-8915.44148. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/organon/article/view/44148. Acesso em: 3 set. 2026.
Edição
Seção
Artigos
