A LITERATURA PORTÁTIL DE ENRIQUE VILA-MATAS: DA INTERTEXTUALIDADE À ARTE CONCEITUAL

Auteurs

  • Ana Gabriela Dickstein Roiffe Universidade Federal Fluminense (UFF)

DOI :

https://doi.org/10.22456/2238-8915.96921

Résumé

Há mais de 40 anos, o escritor catalão Enrique Vila-Matas tem sido um atuante defensor de uma literatura impura. Mais além de uma provocação ao próprio modo de escrever, suas obras dialogam com o espírito mais amplo das artes, especialmente no caso das vanguardas das décadas de 1920 e 1930, dos movimentos integrados de arte dos anos 1960 e 1970 e de certas expressões artísticas na contemporaneidade. A partir de obras como A historia abreviada de la literatura portátil (1985), a página virtual “Versión disidente de Historia Abreviada de la Literatura Portátil”, o conto “Porque ela não pediu isso” (2013) e o livro Não há lugar para a lógica em Kassel (2015), o artigo analisa de que modo o termo portátil, usado como categoria, recupera características de um escritor que ultrapassa os jogos intertextuais para se metamorfosear como um autor conceitual.

PALAVRAS-CHAVE: Vila-Matas; literatura expandida; arte conceitual; portátil.

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Biographie de l'auteur

Ana Gabriela Dickstein Roiffe, Universidade Federal Fluminense (UFF)

Doutora em Letras pelo Programa de Pós-Graduação em Literatura, Cultura e Contemporaneidade da PUC-Rio. Professora do Departamento de Estudos Culturais e Mídia da Universidade Federal Fluminense (UFF).

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Publiée

2019-12-09

Comment citer

ROIFFE, Ana Gabriela Dickstein. A LITERATURA PORTÁTIL DE ENRIQUE VILA-MATAS: DA INTERTEXTUALIDADE À ARTE CONCEITUAL. Organon, Porto Alegre, v. 34, n. 67, p. 1–17, 2019. DOI: 10.22456/2238-8915.96921. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/organon/article/view/96921. Acesso em: 13 août. 2026.