ULTIMAESPERANZA

ARTE DE TERRITÓRIO E FRONTEIRA EXTRATIVISTA NA PATAGÔNIA

Autores

  • Claudete Daflon Universidade Federal Fluminense

DOI:

https://doi.org/10.22456/2238-8915.146531

Resumo

A partir do trabalho do coletivo ultimaesperanza, formado por Sandra Ulloa e Nataniel Alvarez, propõe-se discutir a relevância da arte contemporânea latino-americana vinculada ao território, particularmente em regiões identificadas à condição de confins. Assume-se que, em regiões expostas a formas intensivas de extrativismo, dentre as quais está a Patagônia, a conexão territorial no processo de experimentação artística aponta para alternativas à sistemática ação predatória contra biomas e populações. Ao abordar o Projeto Popper, desenvolvido pelo coletivo ultimaesperanza, pretende-se refletir sobre como o processamento criativo da experiência colonial leva à revisão da dicotomia natureza e cultura instituída no cerne da modernidade/colonialidade. Para tanto, será analisada a direção dada à investigação estética em associação ao emprego de recursos de multimídia como forma de reinserção de corpos e histórias apagadas na paisagem.

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Publicado

2025-09-30

Como Citar

DAFLON, Claudete. ULTIMAESPERANZA: ARTE DE TERRITÓRIO E FRONTEIRA EXTRATIVISTA NA PATAGÔNIA. Organon, Porto Alegre, v. 40, n. 80, 2025. DOI: 10.22456/2238-8915.146531. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/organon/article/view/146531. Acesso em: 15 set. 2026.