Quando devemos colocar um nome para uma imagem?

Autores

  • Norman H. Freeman University of Bristol, Bristol

DOI:

https://doi.org/10.22456/2357-9854.48024

Palavras-chave:

Intuitive theories of art, naming pictures, art interpretation

Resumo

Este artigo aborda as implicações de dar nomes ou títulos a obras de arte e imagens e como isso interfere na interpretação. Argumenta que nomear uma obra é uma ferramenta para a leitura, especialmente durante o desenvolvimento de teorias intuitivas sobre arte por crianças, tornando-se uma parte positiva no processo de interpretação estética. Apresenta um modo de categorizar a função de nomear a obra. Comenta os resultados iniciais de um estudo empírico, indicando que, para a criança, atribuir um nome para a imagem é tão importante quanto identificar a intenção do artista.

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Biografia do Autor

Norman H. Freeman, University of Bristol, Bristol

Professor emérito do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de Bristol no Reino Unido. É membro da Sociedade Britânica de Psicologia. Seus estudos abarcam o desenho infantil e a compreensão de imagens sob enfoque cognitivo, além de teorias da mente e da aprendizagem. É autor do livro Strategies of representation in young children: analysis of spatial skills and drawing process (London: Academic Press, 1980). Em coautoria com Maureen Cox organizou Visual order: the nature and development of pictorial representation (Cambridge University Press, 1985). Suas publicações mais recentes abordam as relações entre cognição e representação.

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Publicado

2014-08-28

Como Citar

FREEMAN, N. H. Quando devemos colocar um nome para uma imagem?. Revista GEARTE, [S. l.], v. 1, n. 2, 2014. DOI: 10.22456/2357-9854.48024. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/gearte/article/view/48024. Acesso em: 25 jun. 2022.