Participação de Crianças Brasileiras na Força de Trabalho e Educação

Autores

  • Fúlvia Rosemberg Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
  • Rosangela R. Freitas Universidade Guarulhos

Palavras-chave:

Trabalho infantil, educação, discriminações sociais, governo brasileiro, Banco Mundial.

Resumo

O artigo argumenta que a meta do governo brasileiro de erradicar todo e qualquer trabalho infantil é missão impossível. Mostra que a posição defendida pelo governo brasileiro – inspirada em organismos multilaterais (especialmente do Banco Mundial), e em pesquisas que reificam o trabalho infantil, assumindo componentes ideológicos – é simplificadora, quando confrontada com dados macro (PNADs – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios). Sugere-se que a tematização da erradicação do trabalho infantil no Brasil contemporâneo visaria mais a um público externo (acordos comerciais) que à redução de desigualdades sociais.

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Biografia do Autor

Fúlvia Rosemberg, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Pesquisadora da Fundação Carlos Chagas e professora do Programa de Estudos Pós-Graduados em Psicologia Social da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Rosangela R. Freitas, Universidade Guarulhos

Professora Adjunta da Universidade Guarulhos; doutoranda em Psicologia Social na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e membro do NEGRI -Núcleo de Estudos de Relações de Gênero, Raça e Idade.

Arquivos adicionais

Publicado

2002-06-01

Como Citar

Rosemberg, F., & Freitas, R. R. (2002). Participação de Crianças Brasileiras na Força de Trabalho e Educação. Educação &Amp; Realidade, 27(1). Recuperado de https://seer.ufrgs.br/index.php/educacaoerealidade/article/view/25940

Edição

Seção

Artigos