As conjunturas críticas e os limites do neoinstitucionalismo histórico

Autores

  • Federico Traversa Universidad de la República (Uruguay) Agencia Nacional de Investigación e Innovación (Uruguay) https://orcid.org/0000-0003-4095-7598

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-5269.110526

Palavras-chave:

Mudança institucional, situações críticas, Poder político, América Latina

Resumo

Nos últimos quarenta anos, o renovado interesse pelo estudo das instituições abriu uma oportunidade para considerar a importância das assimetrias de poder na política. No entanto, o neoinstitucionalismo histórico não aborda esta questão de forma convincente e as ferramentas heurísticas desenvolvidas para compreender a dinâmica institucional são parte do problema. Aqui é analisado o conceito de conjuntura crítica, usado para ilustrar etapas de grandes mudanças institucionais. As conjunturas críticas, como são concebidas, superestimam o papel dos fatores contingentes e subestimam o poder. Dois conceitos análogos, mudança limitada e institucionalização focal, são propostos para ilustrar os processos em que as assimetrias de poder desempenham um papel determinante no desenvolvimento institucional.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Federico Traversa, Universidad de la República (Uruguay) Agencia Nacional de Investigación e Innovación (Uruguay)

Doctor en Ciencia Política, Universidad de Salamanca (España). Profesor de Teoría Política e Institucional y Economía Política en la Universidad de la República (Uruguay) Profesor del Master en Derechos Humanos y Democracia de la Universidad de San Martín (Argentina)

Publicado

2021-12-22

Como Citar

Traversa, F. (2021). As conjunturas críticas e os limites do neoinstitucionalismo histórico. Revista Debates, 15(3), 172–202. https://doi.org/10.22456/1982-5269.110526