UMA POÉTICA FÍLMICA QUEER-CABOCLA
Palavras-chave:
Cinema queer. Amazônia. Identidade cabocla.Resumo
A partir de pesquisa sobre o audiovisual paraense, cheguei a um cinema queer contemporâneo, rico em produção de outras imagens de corpos e vivências nortistas. Essas realizadoras propõem abordar o universo amazônico a partir do uso de cores primárias, da chamada religiosidade de “pena e maracá” (afroindigena) e demais ambiguidades ligadas aos chamados “encantados”, além de valorizar a presença de “corpos acabokados”, termo proposto por Pedro Olaia (2021), apresentando assim uma Amazônia queerizada que foge do estereótipo comum das representações do cinema feito na região. Como pesquisa produzida na interface entre Antropologia e Cinema, proponho analisar este conjunto de filmes em busca de formas que se repitam e ao mesmo tempo atualizem o escopo de imagens que compõem um cinema amazônico enquanto produzem também novos sentidos para uma identidade cabocla.
DOI: https://doi.org/10.5935/2358-3541.2024152319 -pt
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Referências
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