OS CICLOS SISTÊMICOS DE ACUMULAÇÃO NA OBRA DE GIOVANNI ARRIGHI: A CRISE DE 2008, O FIM DA HEGEMONIA NORTE-AMERICANA E A POSIÇÃO DA CHINA

Autores

  • Analúcia Danilevicz Pereira Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Igor Estima Sardo Universidade Federal do Rio Grande do Sul

DOI:

https://doi.org/10.22456/2238-6912.125358

Resumo

Este artigo discute os referenciais teórico-conceituais na obra de Giovanni Arrighi, especialmente, ciclos sistêmicos de acumulação e seu impacto sobre as relações internacionais. Tem-se como hipótese que a crise terminal do regime de acumulação norte-americano foi marcada na crise de 2008. Como objetivo principal deste trabalho, pretende-se contribuir para o debate sobre as sucessões de CSAs, crises terminais e sinalizadoras e hegemonias do Sistema-Mundo, mediante um método descritivo-analítico, revisando as principais obras de Giovanni Arrighi sobre o tema. Conclui-se, ao fim, que, de fato, a crise de 2008 se enquadra no conceito de crise terminal e que, logo, um CSA sino-americano surge após a crise financeira, unindo elementos de simbiose, não hegemonia e multipolaridade. Finalmente, este estudo se justifica por aprofundar o debate sobre a economia internacional, a teoria das relações internacionais e a política internacional recente.

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Publicado

2022-11-11

Como Citar

Danilevicz Pereira, A., & Sardo, I. E. (2022). OS CICLOS SISTÊMICOS DE ACUMULAÇÃO NA OBRA DE GIOVANNI ARRIGHI: A CRISE DE 2008, O FIM DA HEGEMONIA NORTE-AMERICANA E A POSIÇÃO DA CHINA. AUSTRAL: Revista Brasileira De Estratégia E Relações Internacionais, 11(21). https://doi.org/10.22456/2238-6912.125358

Edição

Seção

Artigos