Concretos secos produzidos com agregados reciclados de RCD separados por densidade

Autores

  • Raphael Baldusco da Silva Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo
  • Sérgio Cirelli Angulo Universidade de São Paulo/Escola Politécnica
  • Rafael Giuliano Pileggi Universidade de São Paulo/Escola Politécnica
  • Claudio Oliveira Silva Associação Brasileira de Cimento Portland

Palavras-chave:

resíduos de construção e demolição, agregados reciclados mistos, separação por densidade, reometria compressiva, concretos secos

Resumo

O uso de agregados reciclados de resíduos de construção e demolição (RCD) em blocos de concreto permite compatibilizar as diferentes características de composição e porosidade desses agregados com os diferentes níveis de exigência mecânica em uso dos blocos. Paralelamente, concretos secos são pouco estudados porque a energia de prensagem obtida em vibroprensas não é facilmente reprodutível em escala de laboratório; porém, parte dessa limitação pode ser superada, realizando-se a avaliação do comportamento da mistura (sob confinamento) com prensas de laboratório com controle de deformação. Assim, o objetivo deste artigo foi analisar o comportamento do concreto seco (no estado fresco e endurecido) produzido com agregados de RCD (separados ou não por densidade), empregando-se esse método laboratorial de prensagem. Com substituição total do agregado natural pelo agregado reciclado misto obtido por processo de jigagem obteve-se resistências à compressão comparáveis às dos concretos de referência. A influência das características dos agregados e das formulações de concretos secos foi identificada pela técnica de compactação laboratorial. A redução da porosidade do agregado reciclado e a otimização da granulometria da mistura seca (cimento e agregados) foram os parâmetros mais importantes para o incremento de resistência observado.

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Biografia do Autor

Raphael Baldusco da Silva, Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo

Centro de Tecnologia de Obras de Infraestrutura (CTOBRAS)

Laboratório de Materiais de Construção Civil (LMCC)

Sérgio Cirelli Angulo, Universidade de São Paulo/Escola Politécnica

Departamento de Engenharia de Construção Civil e Urbana

Rafael Giuliano Pileggi, Universidade de São Paulo/Escola Politécnica

Departamento de Engenharia de Construção Civil e Urbana

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Publicado

2015-08-26

Edição

Seção

Artigos

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