Desfazer as armadilhas do social: Marcel Broodthaers ou as astúcias de um ingênuo insincero

Autores/as

  • Laurence Corbel Departamento de Artes Visuais da Universidade Rennes 2.

DOI:

https://doi.org/10.22456/2179-8001.82498

Palabras clave:

Crítica Institucional. Mercadoria. Mundo da Arte. Museu. Resistência.

Resumen

O artista Marcel Broodthaers não parou, ao longo de sua obra, de questionar o mundo da arte em suas dimensões sociais e econômicas, bem como o lugar do artista e o papel das instituições. Se ele entrou na comédia social o mundo da arte, se ele consentiu com suas convenções, foi dentro de uma estratégia perfeitamente coordenada. Este artigo mostra como Broodthaers jogou o jogo de arte para desvendar seu funcionamento e melhor subvertê-lo.

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Biografía del autor/a

Laurence Corbel, Departamento de Artes Visuais da Universidade Rennes 2.

Professora de estética no Departamento de Artes Visuais da Universidade Rennes 2. Suas pesquisas enfocam as formas escritas e orais dos discursos dos artistas. Ela coordena o programa Ecrits et paroles d'artistes: contributions aux scènes artistiques contemporaines d'Amérique latine" (Escritos e palavras de artistas: contribuições para cenários artísticos contemporâneos da América Latina).

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Publicado

2018-01-10

Cómo citar

Corbel, L. (2018). Desfazer as armadilhas do social: Marcel Broodthaers ou as astúcias de um ingênuo insincero. PORTO ARTE: Revista De Artes Visuais, 23(38). https://doi.org/10.22456/2179-8001.82498

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