A pós-fotografia explicada aos macacos

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22456/2179-8001.73711

Palabras clave:

Pós-fotografia. Autoria. Memória. Tecnologia digital.

Resumen

O artigo discute como as máquinas estão cada vez mais independentes do humano e atuam sem a nossa mediação, de forma que adquirem a sua própria autonomia, como os GPS, os smartphones e todos os tipos de computadores. Tais mudanças fizeram com que nos dissolvêssemos nelas, sentindo e pensando com elas. Neste contexto, como se posiciona a fotografia que historicamente procurou salvaguardar a identidade e a memória? Isto geraria a dessubjetivação da imagem? Como ficam as conexões entre a autoria, a criação e a nossa condição humana?

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Biografía del autor/a

Joan Fontcuberta, Universidad Pontificia de Salamanca: Salamanca, Castilla y León; Universidad Internacional de La Rioja: Madrid, Madrid

Exerce atividade multidisciplinar no mundo da fotografía, como criador, crítico, docente editor e curador de exposições.  Publicou entre outros livros, O Beijo de Judas: Fotografia e Verdade e A Câmera de Pandora: a fotografia depois da fotografía.

Citas

Juan Barja, Atlas Walter Benjamin Constelaciones, Círculo de Bellas Artes, Madrid, 2010.

Milad Doueihi, "Pour un humanisme numérique", Éditions du Seuil, Paris, 2011.

Ray Kurzweil, "The Age of Intelligent Machines", MIT Press, Cambridge, MA., 1990; y "The Age of Spiritual Machines: When Computers Exceed Human Intelligence", Penguin Books, New York, 1999.

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Publicado

2017-08-09

Cómo citar

Fontcuberta, J. (2017). A pós-fotografia explicada aos macacos. PORTO ARTE: Revista De Artes Visuais, 21(35). https://doi.org/10.22456/2179-8001.73711

Número

Sección

DOSSIÊ: Transbordamentos entre fotografia e arte

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