A Saúde na e da Escola
entre a reprodução e a emancipação
DOI:
https://doi.org/10.22456/2595-4377.150860Palavras-chave:
Saúde coletiva. Educação pública. Determinantes sociais. Educação popular em saúde. Escola pública.Resumo
Neste ensaio discutimos as dimensões da saúde da e na escola pública brasileira a partir da perspectiva teórico-metodológica da Saúde Coletiva, compreendendo-a como um direito social e dever do Estado. Analisamos o percurso histórico das políticas de educação e saúde, destacando as tensões entre práticas de controle e projetos emancipatórios. Propomos uma leitura crítica que articula a trajetória da saúde escolar com os determinantes sociais e as condições estruturais que produzem desigualdades e adoecimento de docentes e discentes. Ao examinarmos as interdependências entre saúde, educação e política, argumentamos que a escola pública é espaço de reprodução das desigualdades, mas também território de resistência e transformação. Defendemos a articulação entre o Sistema Único de Saúde (SUS), a gestão democrática e a Educação Popular em Saúde como caminhos para reconfigurar a escola em um espaço de cuidado, justiça social e emancipação.
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