A representatividade e os estereótipos de grupos marginalizados nos jogos eletrônicos
uma questão a ser problematizada nas aulas de educação física
DOI:
https://doi.org/10.22456/2595-4377.133976Palavras-chave:
Problemática nos Jogos Eletrônicos, Representação e Visibilidade, Grupos Marginalizados, Games, Educação Física EscolarResumo
Dentro dos cenários dos games, os grupos marginalizados encontram dificuldade no que se refere à representatividade fidedigna dos mesmos. Pensando nisso e o fato de que os jogos eletrônicos são regulamentados pelos atuais documentos orientadores da educação como elemento a ser tematizado, porém segundo Costa e Betti (2006), há necessidade de uma apropriação crítica para além da reprodução. O objetivo do presente estudo é caracterizar a percepção de representatividade no ambiente dos jogos eletrônicos por praticantes de diferentes marcadores sociais marginalizados. Esta é uma pesquisa qualitativa com uso de questionário que foi divulgado em diferentes redes sociais, com questões sociodemográficas e sobre representatividade nos games, sendo expostos nos resultados alguns excertos. Para os nomes dos(as/es) participantes foram utilizados pseudônimos escolhidos por eles(as). Os resultados mostraram que a percepção sobre representatividade negativa ou estereótipos está vinculada aos marcadores sociais dos(as/es) jogadores(as) como gênero, raça e/ou etnia. Visando apropriação crítica dos(as/es) estudantes que, muitas vezes, estão inseridos(as/es) de forma passiva nessa forma de acesso ao entretenimento que influencia sua visão de mundo, há necessidade de a partir dessas evidências tematizar e problematizar os estereótipos e não representatividade que determinados grupos sofrem.
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