Decolonialidade estética: geopolíticas do sentir, do pensar e do fazer

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22456/2357-9854.92910

Palavras-chave:

Geopolíticas. Decolonialidade estética. Práticas decoloniais. Opção decolonial.

Resumo

Neste texto, permito-me abordar em breves seções alguns temas importantes para pensar a colonialidade a partir do Sul Global. Esta localização é epistêmica, estética, ética e política mais do que geográfica, pois reflete a experiência vivida da colonialidade por mais de cinco séculos. Pensar a colonialidade desde a situação colonial, dos nossos corpos marcados por múltiplas violências que exibem a matriz colonial do poder, permite a construção de pontos específicos de origem e de enunciação, onde possamos não só entender (pensamento em ação) o que é e como funciona a colonialidade, mas também, e acima de tudo, criar ferramentas para desprendermo-nos dela (ação-pensante) e para trabalhar a longo prazo para o desmantelamento do padrão colonial de poder da modernidade / colonialidade / capitalista / racista / generista / patriarcal / ... / Este é o desafio do fazer decolonial implantado em uma multiplicidade de práticas, algumas das quais vamos nomear neste artigo.

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Biografia do Autor

Pedro Pablo Gómez, Universidad Distrital Francisco José Caldas — UDFJC, Bogotá

Doutor em Estudos Culturais Latino-Americanos pela Universidad Andina Simón Bolívar (UASB), de Quito; Mestre das Artes em Filosofia pela Pontifícia Universidad Javeriana, em Bogotá; e Mestre em Artes em Belas Artes pela Universidad Nacional de Colombia. Professor na Faculdade de Artes ASAB da Universidad Distrital Francisco José Caldas (UDFJC). Diretor do grupo de pesquisa “Poiesis XXI”. E atual diretor de Estudios Artísticos: revista de pesquisa creadora.

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Publicado

2019-07-05

Como Citar

GÓMEZ, P. P. Decolonialidade estética: geopolíticas do sentir, do pensar e do fazer. Revista GEARTE, [S. l.], v. 6, n. 2, 2019. DOI: 10.22456/2357-9854.92910. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/gearte/article/view/92910. Acesso em: 6 out. 2022.

Edição

Seção

Ensino/Aprendizagem das Artes na América Latina: colonialismo e questões de gênero