Pode um Filme Ser um Ato de Teoria?

Jacques Aumont

Resumo


Trabalhos recentes têm insistido na capacidade das imagens de serem um veículo e até mesmo um local do pensamento.
Diferentemente do pensar, atividade que nos habituamos a aceitar como passível de incluir diferentes aspectos, em particular as passagens pela experiência sensível ou pela
experiência afetiva, o teorizar sempre encontra a abstração, o esquema, o modelo; ele se desenvolve em um espaço mental em que não há imagens, nem figuras. Assim, este artigo busca desenvolver o argumento de que é apenas num sentido mais amplo que um filme pode estar ligado à teorização. Propõem-se, para concluir, algumas condições sob as quais, sem construir uma teoria, um filme pode ser assimilado a um ato teórico, mesmo que limitado.

Palavras-chave


Cinema. Filme. Teoria.

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