Interceptando Currículos: produzindo novas subjetividades.

Ada Beatriz Gallicchio Kroef

Resumo


O presente artigo consiste num exercício analítico que enfoca a política cultural enquanto currículo. Currículo entendido como prática subjetivante. Prática capaz tanto de reafirmar os movimentos de reterritorialização, através das representações e dos investimentos nos territórios identitários, quanto de apontar as possibilidades de rupturas, cortes, interceptaçõesde fluxos/desejos. O exercício de análise visa cartografar a escola como uma máquina que produz espaços lisos e estriados. Uma máquina produtora e produzida por movimentos simultâneos de capturas e rupturas, com possibilidades de tomar-se um devir que denomino de zona catalisadora de saberes. Para tanto utilizo conceitos de autores como Gilles Deleuze, Félix Guattari e Michel Foucault. Os conceitos elencados são: cultura(s), subjetividade capitalística e seus movimentos de desterritorialização e reterritorialização, identidade(s), poder-saber, máquina(s), processos criativos ou processos de singularização.

Palavras-chave


Currículo. Política Cultural. Subjetividades. Zona Catalisadora de Saberes. Processos e Cortes.

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