Efeito de orientação de janela nas condições térmicas do ambiente e na percepção do usuário

Eduardo Krüger, Livia Iwamura Trevisan, Cintia Tamura, Clarisse Di Núbila, Gabriel Celligoi, Sergio Batista Junior, Deize Lellys da Silva, Rodrigo José de Almeida Torres Filho, Daniele Abe Ribeiro

Resumo


No 

presente artigo, analisa-se o efeito da orientação solar no comportamento térmico e de percepção do usuário em dois ambientes de uma câmara bioclimática de baixo custo (CBBC), testados com orientações solares opostas da fachada com janela. Foram utilizadas técnicas de avaliação pós-ocupação (APO) e medições in loco, Zona Bioclimática 1, Curitiba/PR, Brasil. As sessões de avaliação do ambiente pelo usuário ocorreram no inverno de 2018, levantando-se variáveis subjetivas de 136 participantes voluntários. Do ponto de vista térmico, os resultados das medições objetivas foram corroborados pela percepção dos usuários, comprovando-se a contribuição térmica de fachadas com janela voltada para norte durante o inverno. A orientação da janela (norte/sul) levou a alterações na temperatura do ar e das superfícies internas, com efeitos no perfil vertical de temperatura e nos níveis de desempenho, mesmo para condições de uso de persiana, ou seja, sem ganhos de calor solar diretos no ambiente. A discrepância da temperatura do ar nos ambientes aumentou com aporte solar direto, chegando a uma diferença de 5,9 °C.


Palavras-chave


Desempenho térmico; Monitoramento térmico; Avaliação Pós-Ocupação; Câmaras climáticas.

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