O Prontuário Eletrônico de Paciente (PEP) como memória, patrimônio documental e cultural

Autores

  • Jorge Alberto Soares Cruz

Palavras-chave:

Arquivologia. Prontuário Eletrônico de Paciente (PEP). Memória. Patrimônio documental e Cultural

Resumo

RESUMO

Este estudo tem como objetivo fornecer subsídios que contribuam para o estudo dos arquivos médicos e do prontuário de pacientes. Para tanto, aborda-se o tema Prontuário Eletrônico de Pacientes (PEP) como memória e patrimônio documental e cultural, e a preservação de documentos eletrônicos. A justificativa para esta proposta volta-se à importância do avanço da tecnologia na produção de documentos e à troca de informações em meio digital. Metodologicamente, realizou-se um levantamento bibliográfico, para maior familiaridade com o tema proposto: preservação de documentos, memória, patrimônio documental e cultura. Em um primeiro momento, discorre-se sobre o uso da tecnologia e a vulnerabilidade dos documentos digitais. Após, conceitua-se o Prontuário Eletrônico de Pacientes (PEP), procurando defendê-lo como patrimônio documental e cultural.

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Biografia do Autor

Jorge Alberto Soares Cruz

Mestre em patrimônio Cultural - UFSM (2011), Especialização em Pensamento Politico Brasileiro - UFSM (1996). Graduado em arquivologia pela Universidade Federal de Santa Maria- UFSM (1995) e graduação em Licenciatura Plena em História pela Faculdade de Filosofia Ciência e Letras Imaculada Conceição - FIC (1989), Atualmente é servidor técnico administrativo da UFSM- Chefe do Serviço de Informática do Hospital Universitário de Santa Maria conforme portaria nº 57.211/2010 do reitor da UFSM..

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Publicado

2011-12-07

Como Citar

CRUZ, J. A. S. O Prontuário Eletrônico de Paciente (PEP) como memória, patrimônio documental e cultural. Em Questão, Porto Alegre, v. 17, n. 2, p. 91–99, 2011. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/21490. Acesso em: 19 maio. 2022.

Edição

Seção

Artigos