Cooperação e soft power na política externa cubana: a emergência da Diplomacia social.

Marcos Antonio da Silva, Guillermo Alfredo Johnson, Anatólio Medeiros Arce

Resumo


O presente trabalho analisa a projeção internacional da Revolução Cubana, discutindo os contornos de seu soft power que contribuíram para sua reinserção internacional. Para tanto, após apresentar uma breve discussão deste conceito e das transformações do cenário internacional contemporâneo analisa a mudança da utilização do soft power no processo revolucionário de Cuba. Neste sentido, aponta que tal poder esteve, nos anos dourados da Revolução (anos 60 e 70), alicerçado na aura revolucionária e no carisma de suas lideranças (Fidel Castro e Che Guevara, entre outros) e que, na primeira década deste século, adquiriu novos contornos amparados na emergência da Diplomacia Social, baseada na cooperação com base nos serviços sociais (saúde, educação e esporte, entre outros), contribuindo para o estabelecimento de laços diplomáticos e o desenvolvimento de uma imagem positiva do país.

Palavras-chave


Revolução Cubana; Soft Power; Diplomacia Social.

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DOI: https://doi.org/10.22456/2178-8839.42105



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Conjuntura Austral - ISSN: 2178-8839

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