CONVERSANDO COM SANDRA. SOBRE CIDADE E PATRIMÔNIO.

Fábio Vergara Cerqueira

Resumo


Resumo
O presente texto, marcado por uma escrita heterodoxa, apresenta, em dois tempos, uma conversa imaginária entre o autor e a historiadora Sandra Jatahy Pesavento. O primeiro tempo dessa conversa se dá em 2009, poucos meses após seu falecimento. O autor homenageia sua professora, na apresentação de um dossiê temático sobre “Cidade e Patrimônio”, em uma publicação voltada à educação patrimonial promovida pelo então Mestrado em Memória Social e Patrimônio Cultural. Realiza um diálogo entre o texto “Cidade, Espaço e Tempo: Reflexões sobre a Memória e o Patrimônio Urbano” e os textos publicados por cinco discentes deste PPG, correspondentes a suas pesquisas de mestrado sobre Pelotas e Bagé. Na oportunidade de republicar a conversa com a Sandra, uma década depois, ocorre o segundo tempo desta conversa. O autor responde a perguntas imaginárias da Sandra sobre os desdobramentos das iniciativas patrimoniais que estavam em curso na última visita da historiadora à cidade, em 2007. Esta conversa se encerra ao concluir que a sua contribuição ao estudos patrimoniais em Pelotas merece ser reconhecida como parte do seu legado. Sempre foi entusiasta apoiadora destes estudos, que em muitos casos trouxeram benefício ao desenvolvimento da cidade e da região.

Abstract
This text, marked by a heterodox writing, presents, in two stages, an imaginary conversation between the author and the historian Sandra Jatahy Pesavento. The first part of this conversation takes place in 2009, a few months after her death. The author pays homage to his former professor, in the presentation of a thematic dossier on “City and Cultural Heritage”, in a publication focused on heritage education promoted by the Masters in Social Memory and Cultural Heritage. He conducts a dialogue between her paper “City, Space and Time: Reflections on Memory and Urban Heritage” (2005) and the texts published by five students of this Graduate Studies Course, corresponding to their master’s research about the towns Pelotas and Bagé. Thanks to the opportunity to republish this conversation with Sandra, a decade later, the second part of this conversation occurs. The author answers Sandra’s imaginary questions about the development of the heritage initiatives that were underway at the historian’s last visit to the city, in 2007. This conversation ends when the author concludes that her contribution to the heritage studies in Pelotas deserves to be recognized as part of her legacy. She has always been an enthusiastic supporter of these studies, which in many cases brought benefits to the development of the city and the region.


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