Mulheres deixam traços nas águas?

Alcione Corrêa Alves

Resumo


Este artigo, mediante análise do romance Adèle et la pacotilleuse, de Raphaël Confiant, visa a examinar a centralidade da memória às construções identitárias da protagonista Céline Alvarez Bàà. Como aporte teórico à compreensão das construções identitárias no romance de Confiant, recorre-se fundamentalmente ao conceito de memória, apropriado de Paul Ricoeur (2006); e à noçãodelugar, conforme Édouard Glissant (1996), a fim de dar conta da relação entre a globalidade e a localidade, “telle qu´on puisse, sans défaire le lieu, sans diluer le lieu, l´ouvrir”. Como hipótese de trabalho, considera-se que, enquanto Céline privilegiaria o legado materno resolvendo suas construções identitárias em termos de deslocamentos, talvez Bàà enuncie uma pergunta que, não necessariamente, se satisfaça desta maneira.

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.22456/2238-8915.48291

Direitos autorais



E-ISSN: 22388915 / ISSN Impresso: 0102-6267

LICENÇA

Os artigos publicados na revista estão sob a Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional

INDEXADORES

  

     

   

 

           Imagen relacionada

   

Flag Counter