L'operato dei TILS sotto la lente decoloniale: tensioni tra il prospettivismo europeo e la realtà brasiliana e latinoamericana
Resumen
Este artículo propone una reflexión crítica sobre la labor de los Traductores e Intérpretes de Lengua de Señas (TILS) en Brasil y América Latina bajo la óptica de los estudios decoloniales. El texto problematiza cómo el perspectivismo occidental eurocéntrico estableció normas de 'civilidad' y 'saber' que marginaron las epistemologías del Sur Global, resultando en fenómenos como el oyentismo y el epistemicidio. A través de una revisión bibliográfica de estudios publicados entre 2021 y 2025, el trabajo examina cómo la colonialidad del poder lingüístico aún estructura la educación de sordos, imponiendo la lengua oral como norma y subalternizando la Libras. Se presentan ejemplos de resistencia decolonial, como la desrusificación de la lengua de señas en Ucrania y los movimientos de 'desportuguesización' de la Libras en Brasil, que reivindican la autonomía de las comunidades sordas. El artículo defiende la necesidad de descentralizar los modelos oyentistas y reconocer a los sordos como sujetos epistémicos, valorando sus identidades, culturas e interseccionalidades. Se concluye que la decolonialidad en el área de la traducción e interpretación emerge como un acto político de 'reexistencia', desafiando paradigmas universales y promoviendo el empoderamiento lingüístico y cultural del pueblo sordo.
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