O presente trabalho aborda a discussão sobre o conceito de horror dentro das abordagens de Noёl Carroll (1993, 1999) e Robert C. Solomon (1992, 2015). Carroll explora o horror em obras de arte partindo de uma perspectiva cognitivista das emoções, na qual o horror é composto por medo e nojo diante de um monstro. Solomon discorda que nojo e monstros sejam necessários e diz que o horror é uma variação do medo com o desamparo, envolvendo uma contemplação da vulnerabilidade humana. Por fim, mostro caminhos possíveis para um horror natural em Carroll e sugiro como o desamparo pode ser introduzido no horror.