O streaming de conteúdos se tornou um novo modo de acessar o cinema e o audiovisual, além de ser um dispositivo de espectatorialidade, influenciando na maneira como nos relacionamos com essa forma de expressão artística. A partir dos conceitos de hipermodernidade, de Gilles Lipovetsky, e dispositivos, de Parente e Carvalho, o presente artigo tem como objetivo analisar as relações estabelecidas entre individualismo e a cultura do streaming e as consequências delas na forma de se fazer e consumir audiovisual hoje.